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É este gang, acoitado na sede do covil das feras que preparam o assédio à carcaça da República, que continuam a alegar o ''direito a informar'' e o ''direito de ser informado'', seja o nosso dever de sermos manipulados, para descaradamente e obscenamente mentirem.
As notícias que, na sua maioria, os orgãos de comunicação social têm difundido, acerca desta matéria, demonstram o incómodo que lhes causou o acesso da defesa de José Sócrates à matéria do processo/operação Marquês.


Ninguém pretende calar o Correio da Manhã. De resto, esta decisão e sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa terá como efeito amordaçar José Sócrates, que permanece vinculado à manutenção do segredo interno de justiça.
Esta decisão tem como consequência impedir que os orgãos de comunicação assistentes difundam publicamente as peças do processo, norma e disposição que José Sócrates e a sua defesa têm também que respeitar.
Ela não visa calar o Correio da Manhã nem impedir a comunicação social de ''dar notícias sobre José Sócrates'', mas sim impedir que o Correio da Manhã dê pretextos à defesa de José Sócrates para comentar as notícias que violam as normas de acesso ao processo por parte de arguidos e assistentes, denunciando as manobras de distorção, de falseamento, de mentira.
Os orgãos de comunicação social que se precipitaram na operação de propaganda José Sócrates, têm razões para se sentirem apavorados, ao cair a máscara.
E tentam arranjar um argumento para se calarem, para calarem José Sócrates e a sua defesa.
As normas processuais que têm como fim defender o segredo de justiça não foram congeminadas para calar o Correio da Manhã.
Esta iniciativa, o pedido da providência cautelar, não devia ter sido do arguido e da sua defesa. Devia, desde logo, ter sido promovida pelo Ministério Público, para parecer o que realmente devia ser.
Não podemos deixar de assinalar, de novo, a cumplicidade entre o Ministério Público e a comunicação social em torno de propósitos já mais do que evidentes.

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Imagem retirada da net

 

 

 

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18:17

Contenha-se, senhor Presidente!

por MCN, em 02.10.15

«(...) embora já esteja na minha cabeça, eu não irei revelar nem um centímetro»

 

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Mau!!!!....

O Senhor contenha-se que nós também não ''revelamos'' a nossa.

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17:23

Ora, então, o juiz, aquele juiz, pode fazer ruir o juiz ou salvá-lo.
Que regime? Estamos a referir-nos a que regime, a nomenclatura das instituições da República, à Constituição, ao regime de representatividade popular que denominamos democracia? Ou a dado uso do regime, assim entendido, pelos ”lobbies” que se apoderaram da República e das suas instituições? Qual das duas acepções de ”regime” poderia um juiz, aquele juiz, fazer ruir ou salvar?
Isto fica tudo muito pouco claro e deve ser imediatamente esclarecido. O regime, seja qual for, não pode estar ao arbítrio do propósito de um só homem, seja quem for. Esse arbítrio tem que pertencer aos portugueses, colectivamente, devidamente informados e esclarecidos.
O teor do artigo é sem dúvida deplorável, manifestamente exemplar do ódio saudosista à velha ordem salazarista, com todos os seus tópicos e ingredientes. E é por isso que as instituições da República têm o dever de se manifestar e escrutinar este juiz, os seus propósitos e os seus procedimentos. Não é liminarmente aceitável que um juiz guarde, para propósitos futuros, documentos que a lei manda que sejam destruídos, informação ”classificada” para fazer ruir o regime.
O incidente tem implicações transversais extremamente complexas.
Em última instância, se for o caso de as instituições da República deixarem passar a matéria em claro, os portugueses devem responder com uma abstenção drástica no próximo acto eleitoral, exigindo a clarificação do regime.
Afinal, vamos votar em quê? Em que regime? Em que juiz?


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12:24

Sócrates e as Legislativas

por MCN, em 01.07.15

Com a comunicação social já toda fidelizada à campanha eleitoral da coligação, de forma mais primária ou mais astuta, sendo óbvio para quem seja isento que à prisão de José Sócrates subjazem propósitos e intuitos políticos mais que denunciados, reconhecido já por parte dos porta voz da coligação e da direita, como o emérito Professor Rebelo de Sousa, que a prisão de José Sócrates condiciona os resultados eleitorais, a Comissão Nacional de Eleições, se José Sócrates não for liberto antes do início formal da campanha eleitoral ou se não for proferida acusação, deve suspender o acto eleitoral.


Os políticos e os próprios magistrados podem não ter ética e não se sentir vinculados a qualquer normativo ético para o exercício da actividade política, mas a agenda política das instituições da República tem que optar entre a sujeição à agenda e estratégia político-partidária e a ética ou isenção.
Definitivamente a ordem está perturbada pela cumplicidade entre os magistrados, a comunicação social e os partidos que a lideram.
O clima de perturbação da ordem não é compatível com a isenção que se requer do acto eleitoral.

O cúmulo

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23:37

“Seria temerário da minha parte fazer qualquer consideração a esse respeito num restaurante onde é impossível ter qualquer tipo de privacidade”.


Carlos Alexandre em resposta a interrogatório no âmbito de investigação e inquérito acerca de se saber se teria ou não violado o dito segredo em almoço com o jornalista Francisco Galope.


Se o juiz lesse o blog do ex polícia de investigação criminal João de Sousa saberia que o melhor sítio e contexto para fazer considerações a esse respeito é o banho.

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22:08

"Pare-se com a hipocrisia. Os senhores jornalistas sabem bem quem deu a informação e sabem bem que não foi o Ministério Público. Por isso pare-se com essa hipocrisia. Os senhores jornalistas sabem disso e eu digo porquê: porque muitos já mo disseram, muitos. Toda a gente sabe nas redacções, nas televisões em todo o lado o que é que aconteceu. Pare-se de imputar isso ao Ministério Público. O Ministério Público não tinha qualquer interesse em o fazer". (...)

"Qualquer pessoa que revele publicamente que conhece quem violou o segredo de justiça, que tenha provas para isso, o deve fazer. Eu pessoalmente não tenho, por isso esse contributo não o posso dar."

Rui Cardoso. Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

 

A operação Marquês vai consumir-se nisto: ''Eu não fui, mas sei quem disse. Não tenho provas.'' Qualquer alcoviteira o diria. Para além do segredo de justiça violado não há mais nada a não ser perturbação do inquérito.

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08:46

Os portugueses vão ser em breve vítimas consentidas de um novo fascismo, sob a roupagem das burkas dos novos anarquismos. Há muito que o fascismo, covardemente acoitado sob várias roupagens, denuncia os atentados consentidos contra direitos fundamentais. As mulheres coagidas a usar burka. As adolescentes castradas em África. As ´´prostitutas'' divagantes que reclamam, em nome dos seus chulos, a legitimidade ou inocência do comércio do ''amor''. Há mesmo condenados a enforcamento no Irão que terão previamente assinado o seu consentimento. Matérias que muito preocupam os moralistas católicos fundamentalistas. Face ao que foi revelado pela advogada de um dos alegados cúmplices de José Sócrates, o Procurador Rosário Teixeira invoca o Código do Processo Penal, alegando que todos os atropelos grosseiros de direitos fundamentais foram praticados, eufemismo para cometidos, com consentimento das vítimas, devidamente recolhido em termo e auto por elas assinados. Por seu lado, o Juiz Carlos Alexandre declara que assume todas as responsabilidades. Não entendi ainda que disposição legal sugere a Carlos Alexandre assumir a responsabilidade por crimes alheios. Tal não é compatível, para mais, com a definição legal das competências de um juiz de instrução, sugerindo uma obscena promiscuidade entre a acusação e a entidade arbitral. Os magistrados serão boçais, incultos, populistas, demagogos, manipualadores do analfabetismo primário dos portugueses. Mas cuidem-se, porque das duas uma, ou asseguram politicamente, no futuro, a sua impunidade ou a história não perdoará. O tão apregoado estado de direito é incompatível com a manha dos agressores quando coagem as vítimas a consentirem na agressão. Tudo o resto são obscenidades que só passam no crivo da vigilância da democracia graças ao estado primário ou primitivo da cultura dos portugueses manipulados pela liberdade da imprensa. Chegados a este ponto, sinto-me constrangido a colocar uma questão. Teria José Sócrates consentido o assalto de Mário Machado à residência do seu tio, Celestino Monteiro? Será que, na posse desse consentimento, o Ministério Público, o Procurador da República e o Juiz de Instrução reagem com sobranceria à confissão do nazi Mário Machado?

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15:56

Mário Machado no CMTV

por MCN, em 16.02.15

Em entrevista gentilmente concedida ao Correio da Manhã TV pelo Mário Machado, o nazi confessa que assaltou a residência de Celestino Monteiro, tio de José Sócrates, por sugestão de um membro do actual governo, para ''recolher'' documentos.
Ficamos também a saber que Mário Machado se manifesta arrependido da sua actividade criminosa e aguarda a liberdade condicional, de que fará uso para evitar que os Hammerskins recorram ao crime para ''refundar Portugal'' e, pelo que entendi, fazer por aí mais umas ''justiças''.
Ainda não consigo sequer imaginar aonde isto vai parar.


 

 

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16:02

Os jogos de azar são imprevisíveis, é certo.
A tômbola do Tribunal da Relação de Lisboa andava avariado há uns dias.
Hoje acordou e surpreendeu-nos com resultados surpreendentes, insólitos, ou do domínio da bruxaria.
O recurso de José Sócrates calhou ao Desembargador Agostinho Torres. Agostinho Torres foi Director Nacional Adjunto da Polícia Judiciária no tempo de Santos Cabral. Quem não se recorda da tômbola das ''remodelações'' das chefias na Polícia Judiciária no tempo de Alberto Costa?
A Carlos Santos Silva calhou-lhe, para agravar suspeitas infundadas, Maria da Graça dos Santos Silva. Não existe qualquer relação entre os interessados. O apelido é coincidência.
A tômbola do Tribunal da Relação desempenhou a tarefa e encargo espontânea e automaticamente, sem qualquer interferência nem vigilância das partes.
Nem o Euromilhões seria tão isento.
É o que se pode dizer para já. Também estava a dormir quando a tômbola acordou.

Agostinho Torres foi a primeira cedência de Santos Cabral, quando Alberto Costa, Ministro da Justiça de José Sócrates, foi pressionado para remodelar a Direcção Nacional da Polícia Judiciária.

 

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18:50

Afinal o ''caso Sócrates'' parece ter sido uma tentativa de reajuste de mercado entre a COFINA e a CONTROLINVESTE.

Quem informou Sócrates de que ia ser detido? Essa é boa!!
Foi a revista SÁBADO que nos informou a todos.
O que parece é que, para salvar a credibilidade da revista SÁBADO, o procurador e o juiz não podiam fazer outra coisa.

 

 

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19:31


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