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Os portugueses vão ser em breve vítimas consentidas de um novo fascismo, sob a roupagem das burkas dos novos anarquismos. Há muito que o fascismo, covardemente acoitado sob várias roupagens, denuncia os atentados consentidos contra direitos fundamentais. As mulheres coagidas a usar burka. As adolescentes castradas em África. As ´´prostitutas'' divagantes que reclamam, em nome dos seus chulos, a legitimidade ou inocência do comércio do ''amor''. Há mesmo condenados a enforcamento no Irão que terão previamente assinado o seu consentimento. Matérias que muito preocupam os moralistas católicos fundamentalistas. Face ao que foi revelado pela advogada de um dos alegados cúmplices de José Sócrates, o Procurador Rosário Teixeira invoca o Código do Processo Penal, alegando que todos os atropelos grosseiros de direitos fundamentais foram praticados, eufemismo para cometidos, com consentimento das vítimas, devidamente recolhido em termo e auto por elas assinados. Por seu lado, o Juiz Carlos Alexandre declara que assume todas as responsabilidades. Não entendi ainda que disposição legal sugere a Carlos Alexandre assumir a responsabilidade por crimes alheios. Tal não é compatível, para mais, com a definição legal das competências de um juiz de instrução, sugerindo uma obscena promiscuidade entre a acusação e a entidade arbitral. Os magistrados serão boçais, incultos, populistas, demagogos, manipualadores do analfabetismo primário dos portugueses. Mas cuidem-se, porque das duas uma, ou asseguram politicamente, no futuro, a sua impunidade ou a história não perdoará. O tão apregoado estado de direito é incompatível com a manha dos agressores quando coagem as vítimas a consentirem na agressão. Tudo o resto são obscenidades que só passam no crivo da vigilância da democracia graças ao estado primário ou primitivo da cultura dos portugueses manipulados pela liberdade da imprensa. Chegados a este ponto, sinto-me constrangido a colocar uma questão. Teria José Sócrates consentido o assalto de Mário Machado à residência do seu tio, Celestino Monteiro? Será que, na posse desse consentimento, o Ministério Público, o Procurador da República e o Juiz de Instrução reagem com sobranceria à confissão do nazi Mário Machado?

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15:56

Mário Machado no CMTV

por MCN, em 16.02.15

Em entrevista gentilmente concedida ao Correio da Manhã TV pelo Mário Machado, o nazi confessa que assaltou a residência de Celestino Monteiro, tio de José Sócrates, por sugestão de um membro do actual governo, para ''recolher'' documentos.
Ficamos também a saber que Mário Machado se manifesta arrependido da sua actividade criminosa e aguarda a liberdade condicional, de que fará uso para evitar que os Hammerskins recorram ao crime para ''refundar Portugal'' e, pelo que entendi, fazer por aí mais umas ''justiças''.
Ainda não consigo sequer imaginar aonde isto vai parar.


 

 

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16:02

Os jogos de azar são imprevisíveis, é certo.
A tômbola do Tribunal da Relação de Lisboa andava avariado há uns dias.
Hoje acordou e surpreendeu-nos com resultados surpreendentes, insólitos, ou do domínio da bruxaria.
O recurso de José Sócrates calhou ao Desembargador Agostinho Torres. Agostinho Torres foi Director Nacional Adjunto da Polícia Judiciária no tempo de Santos Cabral. Quem não se recorda da tômbola das ''remodelações'' das chefias na Polícia Judiciária no tempo de Alberto Costa?
A Carlos Santos Silva calhou-lhe, para agravar suspeitas infundadas, Maria da Graça dos Santos Silva. Não existe qualquer relação entre os interessados. O apelido é coincidência.
A tômbola do Tribunal da Relação desempenhou a tarefa e encargo espontânea e automaticamente, sem qualquer interferência nem vigilância das partes.
Nem o Euromilhões seria tão isento.
É o que se pode dizer para já. Também estava a dormir quando a tômbola acordou.

Agostinho Torres foi a primeira cedência de Santos Cabral, quando Alberto Costa, Ministro da Justiça de José Sócrates, foi pressionado para remodelar a Direcção Nacional da Polícia Judiciária.

 

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18:50


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