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“Seria temerário da minha parte fazer qualquer consideração a esse respeito num restaurante onde é impossível ter qualquer tipo de privacidade”.


Carlos Alexandre em resposta a interrogatório no âmbito de investigação e inquérito acerca de se saber se teria ou não violado o dito segredo em almoço com o jornalista Francisco Galope.


Se o juiz lesse o blog do ex polícia de investigação criminal João de Sousa saberia que o melhor sítio e contexto para fazer considerações a esse respeito é o banho.

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22:08

"Pare-se com a hipocrisia. Os senhores jornalistas sabem bem quem deu a informação e sabem bem que não foi o Ministério Público. Por isso pare-se com essa hipocrisia. Os senhores jornalistas sabem disso e eu digo porquê: porque muitos já mo disseram, muitos. Toda a gente sabe nas redacções, nas televisões em todo o lado o que é que aconteceu. Pare-se de imputar isso ao Ministério Público. O Ministério Público não tinha qualquer interesse em o fazer". (...)

"Qualquer pessoa que revele publicamente que conhece quem violou o segredo de justiça, que tenha provas para isso, o deve fazer. Eu pessoalmente não tenho, por isso esse contributo não o posso dar."

Rui Cardoso. Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

 

A operação Marquês vai consumir-se nisto: ''Eu não fui, mas sei quem disse. Não tenho provas.'' Qualquer alcoviteira o diria. Para além do segredo de justiça violado não há mais nada a não ser perturbação do inquérito.

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08:46


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