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João Perna era afinal um preso de boa vontade.
Sem ter cometido crime algum, aceitou ser preso preventivamente e partilhar a cela de Carlos Santos Silva para lhe ''arrancar'' uns segredos.
E, como prémio, saíu da cadeia.
Bem ouvida a reportagem ontem emitida pelo Correio da Manhã, foi essa a mensagem que os super magistrados, para darem fé das suas manhas e do seu poder fabuloso, mandaram o pasquim revelar, transmitindo-lhe alguns segredos.
Nas mãos e no arbítrio dos super magistrados, a prisão preventiva pode ser aplicada como meio para interrogar uma testemunha.
Os super magistrados proibiram também José Sócrates de dar entrevistas aos orgãos de comunicação social, pois as suas declarações poderiam condicionar os depoimentos das testemunhas.
Mas Marcelo Rebelo de Sousa sugere uma medida radical: ''Só morto é que se cala.''
Os super magistrados estarão a pensar introduzir na jurisprudência uma nova medida preventiva de coacção? A execução preventiva?
''Qualquer suspeito pode, caso o interesse da justiça o determine e quando se verifique que pode prejudicar as diligências de investigação, ser condenado preventivamente à morte.''
Tudo é já possível.

Foto retirada do google

 

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15:40


1 comentário

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De cheia a 28.12.2014 às 16:55

Os políticos podem fazer tudo o que quiserem: irem para Paris, filosofar, gastar, dinheiro em malas levar, connosco gozar, autoestradas, com cem autocarros de convidados, inaugurar, campos de futebol mandar construir, como se em dinheiro estivéssemos a nadar, e todos os que, no Estádio Nacional, camisolas vestiram, deviam, também, na cadeia estar.

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