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O recente e caricato episódio da violação do estatuto de exclusividade por Passos Coelho demonstra e coloca a descoberto que existe uma conspiração política no seio da magistratura, que envolverá outras entidades associadas à investigação judiciária, e que a orientação dessa conspiração visa desmantelar a credibilidade das instituições democráticas e tem origem numa direita organizada com propósitos bem claros. Os recentes episódios demonstram ainda que os propósitos de tal conspiração se realizam através da manipulação da comunicação social, através de ''pivots'' invasivos com origem sobretudo na LUSA, no Correio da Manhã, na revista SÁBADO, no Diário de Notícias.
Tendo recebido uma denúncia anónima sobre matéria que não podia investigar porque prescrita, os magistrados transmitem o assunto a um jornalista da revista SÁBADO, fornecendo-lhe todo o suporte documental. Ao fazê-lo, para lá do mais, retiraram qualquer eficácia a investigações que pudessem correr no âmbito de matérias associadas não prescritas. O propósito era meramente criar um episódio mediático.
O Presidente da República devia abrir, de imediato, uma sindicância extraordinária à PGR e ao Ministério Público. A bem da tão alegada e cara estabilidade institucional.

 

 

 

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