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Sócrates e as Legislativas

por MCN, em 01.07.15

Com a comunicação social já toda fidelizada à campanha eleitoral da coligação, de forma mais primária ou mais astuta, sendo óbvio para quem seja isento que à prisão de José Sócrates subjazem propósitos e intuitos políticos mais que denunciados, reconhecido já por parte dos porta voz da coligação e da direita, como o emérito Professor Rebelo de Sousa, que a prisão de José Sócrates condiciona os resultados eleitorais, a Comissão Nacional de Eleições, se José Sócrates não for liberto antes do início formal da campanha eleitoral ou se não for proferida acusação, deve suspender o acto eleitoral.


Os políticos e os próprios magistrados podem não ter ética e não se sentir vinculados a qualquer normativo ético para o exercício da actividade política, mas a agenda política das instituições da República tem que optar entre a sujeição à agenda e estratégia político-partidária e a ética ou isenção.
Definitivamente a ordem está perturbada pela cumplicidade entre os magistrados, a comunicação social e os partidos que a lideram.
O clima de perturbação da ordem não é compatível com a isenção que se requer do acto eleitoral.

O cúmulo

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